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6 de janeiro de 2017

Conhecendo na Rede: Laura Conrado

Laura Conrado nasceu em 1984 e é formada em jornalismo com pós graduação em Educação, Criatividade e Tecnologia. A autora mineira ganhou o Prêmio Jovem Brasileiro como destaque na Literatura em 2012. É a irmã mais velha de três irmãos, sendo o mais novo o labrador Rocky Balboa.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Sempre de alto astral, a autora interage com os leitores pelas redes sociais e diverte a todos com sua conta no snapchat (@lauricagens) na qual conta casos e curiosidades de seu dia a dia. Com cinco livros publicados, Laura não para e já planeja e escreve as novas histórias. Além de escrever, ela ministra cursos sobre o processo de publicação de livro, desde a escrita até a busca por uma editora e dá dicas sobre assessoria de imprensa.

Se você gosta de diversão, não pode perder as histórias que Laura cria!

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Freud, Me Tira Dessa! é o primeiro livro da autora e foi publicado em 2012 pela editora Novo Século. A história é a da Catarina que vai ao psicanalista para resolver seus problemas e acaba criando mais um quando se apaixona por seu psicólogo! O livro foi eleito o melhor chick-lit nacional de 2012 pela votação popular do Destaques Literários. A história de Cat foi baseada em acontecimentos da vida da autora.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Em 2013, Laura publicou um livro voltado para o público teen, Só Gosto de Cara Errado, que é muito adotado por escolas. O livro é uma vertente juvenil da série Freud, Me Tira Dessa! e conta a história da Priscila que só gosta dos caras errados e até muda seu jeito de ser para conquistar um. A mãe a encaminha para a terapia e a Pri descobre muito mais do que podia imaginar durante as sessões. O livro aborda aborda autoestima, relacionamento entre pais e filhos e o amadurecimento para fazer boas escolhas.

Leio na Rede, Gaby Monteiro


Em 2014, Cat volta à pedido dos leitores com mais aventuras em Freud, Me Segura Nessa! e no mesmo ano Laura participou de uma antologia pelo selo Autêntica, Shakespeare e Elas. Seu conto na obra é uma releitura de Sonho de Uma Noite de Verão. O livro tem contos de Lycia Barros e Janaina Vieira também.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Em 2015, Laura mudou de editora e publicou pela Globo Livros aonde permanece até hoje. Quando Saturno Voltar conta a história da Déborah, uma jovem que tem um relacionamento estável de 4 anos e sonha com o casamento. Bem sucedida no emprego, mesmo que não seja o cargo dos seus sonhos, Déborah enfrenta grandes mudanças na vida com o retorno de Saturno ou a famosa crise dos 30. A obra é uma leitura leve que te faz desligar dos problemas do dia a dia e te transporta para uma viagem sobre astros, amor, decisões e amadurecimento.

O próximo livro da autora mineira conta a história de uma nova personagem que vive em looping o dia do término de seu relacionamento. Mal posso esperar para ter a obra em minha estante e me divertir com a nova história!

Gostou de conhecer um pouco mais sobre a autora? Não deixa de acompanhá-la nas redes sociais e de ler seus livros!


Leio na Rede, Gaby Monteiro

19 de dezembro de 2016

Conhecendo na Rede: Thalita Rebouças

Thalita Rebouças é carioca e estudou direito por 2 anos, mas se graduou em jornalismo. Atuou na Gazeta Mercantil, Lance!, TV Globo, entre outros. Como assessora de imprensa, Thalita trabalhou na FSB no Rio de Janeiro e em Nova York.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Com 17 anos de carreira como escritora, Thalita já bateu a marca de 2 milhões de livros vendidos e publicou 21 títulos, a maioria voltada para o público jovem. Mas não é só na literatura que a divertida escritora atua, seu livro "Tudo por um Pop Star" foi adaptado para o teatro em 2012. Em 2016, seu livro "Uma Fada Veio me Visitar “ foi adaptado para o cinema com o título de “É Fada!”. O filme é estrelado pela youtuber Kéfera Buchmann.

Leio na Rede, Gaby Monteiro


Mas não para por aí! Um dos seus títulos mais famosos “Fala sério, mãe” já ganhou uma adaptação para um episódio no programa As Brasileiras na Rede Globo e agora, também será filme! Em 2014, a série virou um jogo de tabuleiro lançado pela Estrela, o objetivo é descobrir se o outro jogador está falando a verdade ou mentindo. Além disso, Thalita tem uma websérie no Gshow chamada Absurdices na qual ela encena situações bizarras que já vivenciou como escritora, coisas como ouvir cantada de pais de leitoras e aconselhar garotas a usarem desodorante.

Cheia de talentos, Thalita tem um programa em seu canal do youtube chamado Culinária Atolada, no qual recebe um convidado seja ator, escritor ou apresentador de programa, para cozinhar receitas elaboradíssimas como miojo com requeijão. Outra forma de entretenimento que a autora proporciona aos fãs é por meio de seu Snapchat (@Thalitareboucas) no qual ela fala de tudo, dá diversas dicas e sempre levanta o astral começando o dia mostrando seu treino na academia.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Em 2009 teve seus livros da série Fala Sério publicados em Portugal e em 2013 lançou o livro “Ele disse, ela disse: o namoro” com ilustrações de Maurício de Souza. No mesmo ano começou a escrever livros infantis com “Por que só as princesas se dão bem?” e em 2014 lançou o segundo título para esse público, “Bia não quer dormir”.

Em 2015 participou do livro de contos “Um Ano Inesquecível” com Paula Pimenta, Bruna Vieira e Babi Dewet. Seu último lançamento, agora pela Editora Arqueiro, “Confissões de uma Garota Excluída, Mal Amada e (um pouco) Dramática” já é sucesso! Nele, ela trata de temas sérios como bullying, mas sem perder a leveza e diversão que encontramos ao ler Thalita Rebouças!

Uma breve retrospectiva de suas obras:

Leio na Rede, Gaby Monteiro


Já conheci a autora pessoalmente e ela é atenciosa e bem divertida! Se você ainda não conhece o trabalho de Thalita Rebouças, está esperando o quê? As risadas são garantidas!

11 de fevereiro de 2016

Conhecendo na Rede: Carina Rissi

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Nascida em Ariranha, interior de São Paulo, a autora se divide entre passar tempo com o marido e a filha, escrever, ler e assistir comédias românticas. Grande fã de Jane Austen, Carina já lançou 5 livros e um conto e ainda tem muitas outras histórias para contar.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Perdida foi lançado em 2011 pela editora Verus, um dos selos da editora Record. Sofia é uma jovem ligada a tecnologia que vive em uma grande metrópole e odeia falar em casamentos. Depois que compra um novo celular, algo misterioso, quase mágico, acontece e Sofia se encontra perdida no século XIX. Lá ela conhece Ian Clarke e convive com sua família enquanto tenta desesperadamente voltar para o ano de 2010, mal ela podia esperar que o século XIX encontraria tantos encantos.

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Em 2012, Procura-se um Marido foi lançado. Este foi o primeiro livro que li da autora e nele conheci Alicia uma jovem inconsequente que após o falecimento do avô tem que assumir responsabilidades para ter acesso a herança. No testamento de seu avô consta que se ela se casar ela tem direito a receber a herança, porém Alicia não está pronta para casar e tem a brilhante ideia de anunciar no jornal que quer alugar um marido, assim ela poderia forjar um casamento. Ela só não esperava que o anúncio fosse dar certo e com um pouco de confusão, o marido de aluguel vai conquistando a jovem maluquinha.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Em 2014, Carina lançou um conto no Livro dos Vilões, Menina Veneno no qual conhecemos a história da madrasta da Branca de Neve por uma outra visão. Esse conto ainda não li. No mesmo ano foi lançado Encontrada, o segundo livro da série Perdida. Nele, reencontramos Sofia e Ian e nos preparamos para a loucura que é o casamento de Sofia no século XIX, muita risada garantida com esse volume!

Leio na Rede, Gaby Monteiro

No Mundo da Luna foi lançado em 2015 e conta a história de Luna, uma aspirante a jornalista que consegue um bico para escrever a coluna do horóscopo na revista em que trabalha na qual o chefe é insuportável. Porém, ela não entende nada disso, mas aceita o desafio. Luna mal podia prever como suas palavras afetariam a vida das pessoas e nem como o tempo pode mudar a relação e a imagem que temos um do outro. Esse é um dos meus favoritos da autora.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Ainda no mesmo ano Destinado foi lançado. Este é o terceiro volume da série Perdida e é narrado na visão de Ian Clarke. Ainda não li, mas mal posso esperar para fazê-lo! Para 2016 a autora prevê lançamento de A Mentira Perfeita, livro em que o personagem principal é o Marcus irmão do Max de Procura-se um Marido.

Carina também assinou o contrato para a publicação de Perdida em Portugal, o título já foi publicado na Alemanha. Para os projetos futuros, podem aguardar uma adaptação cinematográfica de Perdida e mais dois livros para a mesma série.

Gostaram de conhecer um pouco mais da Carina Rissi? Não deixe de ler e se divertir com essa grande autora!

7 de janeiro de 2016

Conhecendo na Rede: Marina Carvalho

A autora mineira é de Ponte Nova e é formada em Jornalismo pela faculdade PUC-MG. Marina é professora de literatura, esposa e mãe de dois filhos. Além disso, é uma máquina de escrever e suas histórias encantam a todos!

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Leitora de carteirinha, começou a ler as revistas da Turma da Mônica e já transitou entre Ana Maria Moretzsohn, Agatha Christie e os clássicos de José de Alencar. Incentivada pela família e por amigos, enviou sua primeira história Simplesmente Ana para diversas editoras e felizmente ganhou um enorme SIM do selo Novo Conceito.

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Simplesmente Ana foi publicado em 2013 pela editora Novo Conceito e já conquistou diversos fãs. Ana é uma jovem que leva uma vida normal em Belo Horizonte, até que de repente descobre que seu pai é o rei de uma país europeu chamado de Krósvia. Ao chegar no pequeno país no sudeste da Europa, Ana se encanta com tudo! E não imaginava o que poderia acontecer com sua história…

Leio na Rede, Gaby Monteiro


Ela é uma Fera, também publicado em 2013 somente em versão digital, é uma releitura do clássico A Megera Domada de William Shakespeare. Clara é uma menina linda que possui diversos admiradores, incluindo Henrique, o menino mais popular da escola que fará de tudo para poder sair com ela. O problema é que Clara só poderá namorar depois que sua irmã mais velha, Carolina, estiver namorando. Decidido, Henrique consegue um namorado para Carol, porém o que ele nem Clara esperavam era que Carolina iria fazer o maior chilique e fazer de tudo para atrapalhar o romance da irmã. 

Leio na Rede, Gaby Monteiro


Em 2014 foi lançado Azul da Cor do Mar. A história é de Rafaela, uma jornalista que sonha com um menino que viu na praia quando criança, o menino da mochila xadrez. A fixação não a impediu de viver, e hoje Rafaela Vilas Boas está entrando para a equipe do melhor jornal de Minas Gerais, como estagiária. Logo ela percebe que terá problemas com seu colega de trabalho Bernardo… Os problemas que esses dois enfrentam são viciantes e você só vai querer largar o livro quando acabar. Felizmente,  A Menina dos Olhos Molhados, livro narrado na visão de Bernardo será lançado e poderemos matar a saudade desses personagens queridos.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

No mesmo ano a sequência de Simplesmente Ana foi lançada, De Repente, Ana. Na continuação, Ana tem um sonho (ou pesadelo) com seu pai. Como na primeira vez, o sonho realmente indicou algo ruim que aconteceria, Andrej sofre um acidente e fica em coma. Agora, Ana tem de assumir o governo da Krósvia, manter seu namoro e preocupar-se com seu pai.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

Em 2015, pelo selo da editora Galera Record, Marina lançou seu primeiro livro no gênero Young Adult, um spin off da série de Ana: Elena, a Filha da Princesa. Neste volume, conhecemos Elena, filha de Ana, e sua visão da Krósvia que tanto amamos. Conhecemos também Luka, o badboy que tem muita história para contar, e nos apaixonamos por todo esse universo mais uma vez!

Marina é uma escritora extremamente talentosa que consegue aproximar o leitor da história com seus textos cheios de expressões que usamos em nosso dia a dia e seus personagens verossímeis e reais! Podem esperar ainda este ano, agora pelo selo Globo Livros, A Menina dos Olhos Molhados com a visão de Bernardo da nossa querida história Azul da Cor do Mar. E já preparem seus corações para um romance histórico que a autora está escrevendo. 


Gostaram de conhecer um pouco mais da Marina Carvalho? Não deixem de ler a entrevista feita com a autora para saber um pouquinho mais!

19 de junho de 2015

Entrevista Adelina Barbosa e Fernanda Medeiros - Parte 2

Confira a segunda parte da entrevista com Adelina Barbosa e Fernanda Medeiros, autoras de Triângulo de 4 Lados.


Leio na Rede, Gaby Monteiro
Fernanda, Adelina e Augusto em uma matéria para o jornal da PUC Minas
7 - O que podemos esperar dos próximos volumes da trilogia de Triângulo de 4 Lados?

Fernanda: Você gosta de ação? Você gosta de romance? Quer um pouco de comédia? Seus problemas acabaram! Hahaha Brincadeira. Mas tem sim. Queremos expandir o universo e tratar com mais profundidade todos os nossos narradores. Sara, Brent, Matheus e Rodrigo ainda vão passar por muitos problemas e muitos desencontros até chegarem ao fim da saga. E não falo de problemas de amor, somente. Cada um deles tem que aprender a viver com suas falhas e, nesse ponto, trabalharemos um crescimento pessoal de cada um.
Acho que, no fim das contas, os próximos volumes da trilogia tocarão em questões pelas quais nós todos passamos enquanto jovens. Nós estamos errando e aprendendo todos os dias, e assim amadurecemos, a cada nova experiência. Essa é a nossa proposta.
E sim, o primeiro livro foi predominantemente narrado pela Sara. O segundo livro será predominantemente narrado por mais dois personagens, e o último livro da saga será narrado em sua maior parte por outro personagem. Então nossos leitores podem esperar grandes conflitos, algumas risadas, alguns suspiros.
E, do fundo do coração, espero que possa arrancar alguns sorrisos. Essa é a missão.

8 - Os personagens secundários, são baseados em amigos e conhecidos ou vocês os inventaram totalmente?

Fernanda: Todos os personagens tem um pouco de nós, um pouco de grandes personagens que já vimos em algum lugar, e de pessoas próximas a nós. É bem essa percepção que temos do mundo, cada nuance que faz as diferenças de personalidade de todos nós. Eu busco pesar essas características para tentar criar pessoas que poderiam ser reais. 
        Adelina: Muitos personagens secundários foram inventados e outros foram inspirados em pessoas que já conhecemos, pelo menos, uma parte da personalidade deles. Como nem todos os personagens são flor que se cheire, vamos deixar baixo quem foi inspirado em quem.

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Adelina e Fernanda com leitoras
9 - Como se sentem com o feedback que os leitores do livro estão dando?

Fernanda: Sobre o feedback? Recebemos críticas, sugestões e elogios muito bem. -Meu namorado tem mais problemas em receber as críticas que eu, pra você ter ideia-. Todos são bem-vindos e, até agora, nossos leitores tem sido um alimento de esperança pra nós. A cada nova mensagem no Whatsapp, ou no Facebook (que eu confesso, não uso com frequência, me mate por isso), ou até mesmo por mensagem no instagram, a cada dia nós surtamos com as palavras e emojis (muitos emojis, muitos deles, chorando, sorrindo, com corações). São essas respostas que nos fazem acreditar, todos os dias, que cumprimos nosso dever.
Posso falar a verdade? Meus olhos enchem de lágrimas toda vez que alguém leu e diz que gostou e que vai guardar pra sempre, e já escolheu um lado do triângulo, e que já quer o segundo volume. Sempre penso assim: "EU ZEREI A VIDA, GALERA, ME ABRAÇA!"
Então paro e me corrijo, sabe por que? "Porque essa história ainda não acabou. É só ver o desenrolar dos acontecimentos. Por esse pensamento eu vejo o sangue fluir em minhas veias, acordando-me. Posso sentir até em meus ossos, é algo forte, que poderia fazer meu corpo explodir. O tempo que passou não voltará, mas um novo tempo sempre virá." Brent falou isso, e eu acredito nele. Nós apenas começamos.
        Ainda há muitas linhas para escrever.

10 - Adelina: Rodrigo, Matheus ou Brent?

Adelina: Eu admito que tenho um fraco por tatuagens. Tipo, um fraco muito grande e ainda mais quando tem o cabelo grande o Rodrigo e aquele jeito divertido. Então, eu quase escolheria o Rodrigo. Quase.
O Matheus tem as covinhas mais lindas do mundo e olhos verdes brilhantes, mas é sombrio demais para mim (ainda que ele tenha tatuagens). E, por isso, Rodrigo, você é muito sexy, mas o meu coração é do Brent. O jeito dele falar, dele andar, o seu sorriso… Sou apaixonada por ele. Alguns motivos por trás disso, mas não vou entrar em detalhes. Rs.

11 - Fernanda: Rodrigo, Matheus ou Brent?

Fernanda: Eu... Ahm... Pula? Próxima pergunta? Meu óculos, coisinha. Hahaha Mas vamos lá. Primeiro o Rodrigo. Ele tem algumas das características que eu mais abomino no ser humano. Nossa, ficou dramático, mas é mais ou menos isso. Egoísmo e impulsividade. Claro, de vez em quando agir no impulso pode ser a melhor atitude, mas... Eu tenho essa mania de ficar calculando causas e consequências do que vou fazer antes de fazer. Por isso acabo não aproveitando algumas boas oportunidades... Mas também não meto os pés pelas mãos tão facilmente.
E o Rodrigo é essa pessoa. Mete os pés pelas mãos, não escuta ninguém, mas... Aproveita boas oportunidades. Ele me causa conflitos. Há momentos em que gosto dele, mas há momentos em que eu penso em matá-lo. Hahaha
Já o Matheus, como a Adelina falou, é mais sombrio, e tem seu próprio mundo. Ele sofreu perdas irreparáveis, ficou sozinho ainda muito jovem. Passou por coisas que nem todo mundo seria capaz de suportar, mas tem um sonho tímido de vencer na vida, mesmo com um passado tão obscuro. Tudo o que ele quer é uma chance para um novo dia. Ele quer alimentar uma esperança, e isso me faz gostar dele.
E eu acredito que seria #TeamMatheus se não existisse meu alterego na história. Brent é sisudo, detesta falar sobre sentimentos e, por vezes, os omite. Ele é chato, metódico, correto, franco e ácido. As vezes chega a ser rude, mas é sincero. Ele detesta jogos, falsidade e por mais que aparente ser cético, Brent tem uma fé única. Ele é um pouco inseguro, por trás daquela casca. Tem seus defeitos, porque todo mundo tem, mas é o mais próximo de mim. Ele me representa.

Fernanda, Marina Carvalho e Adelina

12 - Quem vocês admiram no mundo literário?

Adelina: Amo o Carlos Ruiz Záfon. Tudo o que ele faz é simplesmente fantástico! Um dia, eu ainda vou chegar perto o suficiente para respirar o mesmo ar que ele e acho que isso vai fazer com que eu seja 1% tão genial como ele. O que é muito! Eu amo o jeito que ele escreve, como ele conduz a história e o mistério que ele cria. Acho fantástico.
Seguindo uma linha parecida, tem o Joe Hill. Aos poucos, eu estou me tornando uma grande admiradora e já acho que ele é mais do que uma promessa para o mundo do terror e espero que ele continue crescendo como escritor. Admiro muito o trabalho dele.
E, claro, como uma romântica, eu não podia deixar de lado a Jojo Moyes. Li todos os seus livros e me encanto cada vez mais. Eu sinto o que ela escreve como se fosse o personagem e sofro junto com todos. Quero, um dia, fazer uma história que cause nas pessoas o que os livros dela causam em mim.
E não posso deixar de falar da Tammy Luciano e Marina Carvalho. Autoras lindas, guerreiras e que apoiam novos autores. E, claro, que escrevem histórias lindas e que conquistam o meu coração.
Fernanda: Eu gosto muito de literatura fantástica. Acontece que onde o inimaginável é possível, esse é o lugar aonde eu pertenço. Com Tolkien eu viajo até a terra de magos, hobbits e meus amados elfos. Com Suzanne Collins eu conheço um futuro tão palpável, tão tangível e tão imaginável quanto o próprio agora, com uma crítica social elegante e sutil, para as instituições que reinam na nossa sociedade. Com J.K. Rowling eu fui apresentada à literatura fantástica, com um mundo onde eu poderia me imaginar voando, lutando contra dragões e contra as forças do mal, onde eu poderia enfrentar meus piores medos e fraquezas invocando a luz.
Com Isaac Asimov eu fui apresentada a uma humanidade servida por seres robóticos, um outro futuro arquitetado com tal maestria que me arrebatou e me fez apaixonar por ficção científica. E, por último, porque é o mais importante, Neil Gaiman. Quando eu penso em paixão pela escrita, me vem sempre esse nome. A delicadeza, a profundidade, a clareza e a simplicidade que caminham juntas em todos os parágrafos escritos por esse autor. Tudo o que ele cria é a mais pura arte em sentimento.
Eles trabalham com coisas imaginárias, mas porque são imaginárias, não significa que não sejam reais.

13 - Para vocês, o que não pode faltar em um livro?

Adelina: Acho que os personagens tem que ser bem construídos e não inconstantes. A história tem que ser bem fechada, sem capítulos desnecessários ou furos… Acho que é isso o que eu mais olho quando estou lendo um livro.
Fernanda: Quando leio um livro, busco sentir a emoção do personagem, a essência que o autor impôs ao escrever, a alma. Procuro aquela paixão, a verdade falada entrelinhas. Por mais simplório que seja o enredo, por mais simples que sejam as personagens, o que eu procuro são histórias feitas com o íntimo, não apenas com as mãos. A verdade é que o âmago do escritor está sempre exposto em cada linha escrita por ele, e eu procuro ver a beleza de constatar o amor impregnado em cada palavra.
Qualquer forma de arte, quando feita com amor, emociona. Seja um romance adolescente, seja um livro de ficção científica com teorias intrincadas. Seja a letra de uma música, um poema desajeitado, um desenho feito à lápis ou uma pintura exposta em um grande museu. Seja com uma interpretação de teatro ou cinema, ou feita de frente para o espelho. Seja na vibração da voz ao cantar, ou ao tocar um instrumento musical como se ele pudesse falar mais do que todas as palavras do vocabulário diriam.
O que eu espero ver em um livro é a vida própria que ele adquire quando é lido.
Uma extensão da vida do escritor, eternizada nas letras.

14 - Deixem um recado para os jovens escritores e leitores.

Adelina: Escritores, não parem de escrever! Não desistam. É difícil e vocês vão ouvir muito “não”, mas eu e a Fê nos inspiramos em muitas pessoas que tinham um sonho e correram atrás, mesmo com todas as dificuldades e quando tudo parecia ser impossível. Conversei muito com a Tammy Luciano sobre isso e ela sempre me deu muito apoio e me dava forças para não desistir. E, não posso deixar de falar sobre o David Luiz. Sempre que eu falava com a Fê que a gente nunca ia conseguir, ela repetia a história de vida do David e eu respirava fundo e pensava “não vou desistir”. Foi bom, né? Gostei de não ter desistido.
E, leitores, façam o que vocês amam. Se permitam viajar nas histórias. Aprender novas palavras, ter novos amores, criar mundos, desenvolver a imaginação, sentir emoções fortes, chorar e ficar com raiva, mas também, ficar feliz quando acontece aquilo que você queria.
Ler é a melhor coisa do mundo (depois de escrever rs). 
Fernanda: A literatura me salvou em um momento delicado da minha vida. Ler e escrever foram meu refúgio. E a literatura é feita disso. Escritores e leitores. Sem os dois, não haveria nada. Somos uma multidão, uma legião de contadores de histórias e ouvintes, leitores, torcedores e espectadores. Esse é o mundo ao qual pertenço, e sei que nunca estarei sozinha aqui.
Por isso, jovem leitor, quero deixar minha gratidão. Obrigada por compartilhar histórias, lê-las, entrar nesse mundo de inúmeras possibilidades. Obrigada por se permitir entrar em aventuras mortais, ou em salões refinados de baile de príncipes e princesas. Obrigada por manter esse mundo vivo.
Ao jovem escritor, digo que sabemos o quanto é difícil entrar nesse mundo, entendemos isso. Você tem que ser forte para sair das adversidades, e nunca pode deixar que alguém te derrube. O mundo costuma ser hostil aos novos talentos, não é verdade? Foi em Ratatouille que eu ouvi isso. Não se sinta diminuído por ninguém. Saiba que nem todos podem se tornar grandes escritores, mas um grande escritor pode vir de qualquer lugar.

Por isso #InsistaNuncaDesista!


Leio na Rede, Gaby Monteiro

Espero que tenham gostado de conhecer mais sobre essas autoras fofas e talentosas, eu amei! Muito obrigada Adelina e Fernanda por toparem fazer essa entrevista! E se você ainda não leu Triângulo de 4 Lados, o que está esperando?

14 de junho de 2015

Entrevista: Adelina Barbosa e Fernanda Medeiros - Parte 1

A entrevista de hoje é com a Adelina Barbosa e Fernanda Medeiros, autoras de Triângulo de 4 Lados.

Leio na Rede, Gaby Monteiro
Fernanda Medeiros e Adelina Barbosa

1 - O que motivou vocês a serem escritoras?

Adelina: Não sei dizer ao certo. Eu gostava muito de ler e sempre inventava mil histórias na minha cabeça, mas não escrevia. Qualquer coisa podia virar uma história. Se eu estava andando pela escola e via um casal dando as mãos eu já podia criar todo um drama em volta daquilo. Mas só aos 13 anos eu comecei a escrever e, como era uma comunidade pequena e com muitos usuários ativos, eu fui muito bem recebida. E isso me motivou a continuar escrevendo. E, bem, eu gostei e não quero parar nunca mais rs. É quando eu me sinto bem… Escrevendo. Eu gosto de passar o dia imaginando a história, pensando no que vai acontecer e das mudanças pelas quais a história passa. Como ela se desenvolve e como ela vai se desenrolar.
Fernanda: Se eu te dissesse que sei o que me motivou, estaria mentindo. Como qualquer criança, eu sempre fui muito imaginativa, gostava de criar histórias mirabolantes na cabeça e as interpretava com meus brinquedos. Até que descobri as palavras, e elas fluíam fáceis. Comecei a escrever em cadernos da escola, depois passei para o meu primeiro computador. E é o que eu faço até hoje. Não sei, acho que quando escrevo, me sinto como aquela menina meio sozinha que escrevia para extravasar a imaginação fértil. Acho até engraçada essa alcunha de escritora, autora. Eu sou só uma pessoa com algumas ideias e umas palavras que se juntam na cabeça e enchem folhas em branco. Meu desejo é poder compartilhá-las com o mundo ao meu redor. Minha satisfação é ver alguém se emocionar com algo que eu escrevi. Minha gratidão surge quando vejo alguém sorrir por causa disso.

2 - Como surgiu a história de Sara?

Adelina:  : Então, isso foi há muito, muito tempo, quando eu tinha 13 anos e estava viciada em Fanfics e Linkin Park (Mike Shinoda s2).  Eu e a Fê nos conhecemos em uma comunidade do Orkut, a FanFiction – LP e foi lá que postamos as nossas primeiras fics. Aí aconteceu que, apesar de eu amar o Mike Shinoda, estava conformada em não ter ele para mim, já que ele era casado e parecia ser feliz com a esposa e tudo mais -Eu era dessas-. Então, me conformei em me casar com o irmão dele, o Jason. Que, apesar de não ser tão lindo quanto o Mike, também tinha um sorriso muito fofinho -e eu estaria perto do Mike. Era o que importava-.

Estava tudo bem pra mim. É sério.
Por causa dessa minha história, resolvi fazer uma fanfic com Mike e Jason, onde a personagem principal era o Jason ao invés do Mike, que era o protagonista mais utilizado pelas meninas na comunidade. Assim surgiu a primeira versão de Triângulo de 4 Lados. Só que eu escrevia de qualquer jeito, e meio que larguei a história. O final dela não ficou do jeito que eu queria.
Alguns anos depois, eu vi a Fê online no MSN (falecido), perguntei se ela queria rescrever a história comigo e ela topou. Pegamos só a ideia inicial e começamos a rescrever como fanfic do Avenged Sevenfold. E assim surgiu a segunda versão de Triângulo de 4 Lados. Até que um amigo meu nos deu um toque para que tentássemos publicar como um livro, e aí veio a Triângulo de 4 Lados 3.0.
A personagem da Sara não se chamava Sara, lá no início. Na primeira versão da história ela se chamava Hilary e na segunda versão ela se chamava Kristen. Quando transformamos a história em livro, resolvemos ambientá-la no Brasil, por isso trocamos os cenários, cidades, alguns costumes e expressões, piadas e os nomes de todas as personagens. Menos o Brent. Porque ele era muito Brent para que trocássemos o nome dele. (Não foi por causa do Brand.)
Fernanda: Inclusive mudamos a origem inteira do Brent para que ele pudesse continuar intacto, como ele era na fanfic. Então, cuidamos para que a história fosse mais que uma história de amor. Queríamos criar personagens que poderiam ser reais. Sabe quando você sente que a Katniss vai aparecer a qualquer momento pra tomar um café com você, ou que a America da Seleção vai ser sua amiga? Era esse tipo de personagem que queríamos mostrar. Queríamos a Sara assim, gente como a gente.
Adelina: Tentamos transmitir uma mensagem. E, no desenvolver da história, resolvemos focar no crescimento pessoal da Sara. Primeiro com a imaturidade e inexperiência de uma adolescente que acaba de descobrir seu primeiro amor, e o amadurecimento que ela sofreu no decorrer da história e o crescimento pessoal pelo qual ela ainda passará nos próximos volumes da trilogia.

Leio na Rede, Gaby Monteiro

3 - Como foi o processo de escrita? Vocês esquematizaram toda a história antes de começar a desenvolvê-la?

Adelina: Nós tínhamos uma ideia do que precisava ser feito, mas íamos fazendo à medida que cada capítulo ficava pronto para fazer outro que chegasse mais perto do objetivo final. Acontece que isso causa certa confusão e faz com que seja muito fácil ficar perdida. Então, fizemos um sumário (não quer dizer que seguimos a risca, mas dava um norte), e isso ajudou bastante.
Fernanda: Quer saber como foi a experiência? Tenho uma palavra que descreve bem. Caótica. Eu sou extremamente organizada com minhas coisas, e a Adelina... Bem... Ela criou a ideia das consequências de um furacão. Basicamente ela coordena o caos do Coringa. Então quando criamos o sumário com todos os capítulos que deveriam acontecer, foi um alívio pra mim. -Sou chata e metódica. É. UAHUAHUAHU-. E, por causa do cumprimento desse sumário, alguns capítulos do livro foram cortados e ficaram no limbo dos arquivos do meu computador.
Adelina: Por mais que doesse e que achássemos que tudo era necessário, tivemos que cortar para que a história ficasse mais objetiva, e um dos cortes foi a viagem de Sara para Paris. Não dava para colocar tudo dentro do livro, porque ele ficaria muito grande e seria uma história dentro de uma história. Mesmo assim queríamos mostrar a viagem e, para não criar flashbacks ou resumir essa parte da história da Triângulo, optamos pelo Spin off.
Fernanda: Então a viagem de Paris transformou-se em Conexão Paris, um Spin off da Trilogia Triângulo de 4 Lados, e nós estamos finalizando a produção desse Spin Off. Só que nós queríamos agradecer, de alguma forma, a atenção, o carinho e o tempo dedicado por cada leitor nosso, e, por isso, decidimos fazer esse trabalho gratuitamente. O Spin Off será disponibilizado no Blog do livro, numa data a confirmar, e virá com capítulos nas visões dos 4 personagens. Vai ser foda, velho! Eu quero muito que vocês leiam. Vou morrer de ansiedade, daqui até lá! HAHA

4 - Como é a divisão de escrita? Cada uma escreve um capítulo?

Adelina: Foi sempre muito tranquilo escrever em conjunto entre nós duas. É preciso saber aceitar críticas? É sim. Mas são críticas construtivas. Sabe, quando uma faz um capítulo e a outra fala “vou mexer um pouco porque acho que dá pra melhorar”, então, deixamos que a outra o faça, porque é apenas pelo bem da história. Não é uma crítica ao jeito que escrevemos ou uma forma de dizer “ei, eu escrevo melhor que você”. 
Fernanda: Até porque nós crescemos escrevendo juntas, então já sabemos como cada uma funciona. Foi com a Adelina que eu aprendi a receber críticas e fazê-las de forma educada e até mesmo cúmplice. E isso me ajudou muito a absorver coisas boas e más, convertendo-as em algo que me ajude a evoluir. É como numa frase que ouvi por aí, mas não lembro onde, exatamente. Nunca ache que um elogio faz de você o melhor, nem que uma crítica faz de você o pior. Ninguém é perfeito, e ninguém é um fracasso total.
Sobre a divisão de capítulos... Cada uma escreve um. Eu devo confessar que me empolgo de vez em quando e fico fominha de capítulos, mas dividimos igualmente.
      Adelina: Tem capítulo que uma escreve e a outra lê e nem sequer mexe, outros, ela adiciona alguns pontos e outros, muda bastante. É tudo conversado e bem tranquilo. Tentamos fazer de uma forma bem homogênea para não dar muita diferença em um capítulo e outro e temos as nossas manias de escrita, claro, escrevemos sim de forma diferente uma da outra e foi muito gratificante saber que não deu pra reparar muito.

Leio na Rede, Gaby Monteiro
Augusto Alvarenga, Adelina Barbosa, Tales Leon, Lavínia Rocha e Fernanda Medeiros - Editora D'Plácido

5 - Como foi o processo de buscar uma editora?

Adelina e Fernanda: Não foi a parte mais fácil. Existem essas editoras grandes que publicam best-sellers mundiais e são famosas. Mandamos originais, resumos, capítulos, tudo o que elas pediam. Esperamos por dias, semanas, meses. O retorno foi negativo, e quando não era negativo, o preço era alto demais para que pudéssemos arcar com os custos da publicação.
Continuamos batalhando por quase dois anos. A cada resposta, cada silêncio, cada não, ou cada sim com aquele "porém" acoplado, nós fraquejávamos. A verdade é que, em alguns momentos, pensamos em desistir de tudo, sabe? Achávamos que não seríamos capazes. A busca pela editora foi mais desgastante que o processo de criação e execução do livro em si.
Mas era nosso sonho, e um dia ouvimos uma mulher iluminada falar na TV: "Tem um sonho? Insista, nunca desista." Até hoje e enquanto eu viver, vou agradecer a dona Regina Célia por ter compartilhado aquele conselho. Foi ele que nós repetimos a cada dia, e a cada nova batalha. E a verdade é que a Editora D'Plácido foi um presente e um prêmio valioso nesse processo. A editora é fantástica, com profissionais competentes e maravilhosos.
Sempre repetimos que não poderíamos ter encontrado uma casa melhor para dar vida ao nosso livro.
Ps.: Obrigada, Augusto Alvarenga. Nunca vamos parar de te agradecer pela força.

6 -  Como foi adaptar a história da fanfic para o livro?

Adelina e Fernanda: Foi mais difícil do que escrever de fato. Isso porque tivemos que pegar a história do início e reconstruir tudo, até mesmo o nome das personagens. Modificamos toda a estrutura, e esse processo foi o mais lento, porque precisávamos ler todo o manuscrito e costurá-lo de acordo com o que queríamos para a história. Entre as correções de texto estavam a continuidade e as descrições de ambiente e emocionais. Com essas passagens, queríamos que o leitor reconhecesse, de forma legítima, cada pedaço de personalidade de Sara, Brent, Matheus e Rodrigo, e conhecesse cada local como se ele realmente existisse.
Entre as mudanças estavam a cidade, parte da história de vida das personagens, criar personagens novos e alicerçar nosso novo universo. Nosso projeto pode parecer algo ambicioso, mas Santa Fé é mais que uma cidade fictícia. Pode esperar muitas tramas desenvolvidas na mesma linha de realidade de Triângulo de 4 Lados.
Por isso deu bastante trabalho para construir o universo, mas nos empolgamos e, no fim, foi bem tranquilo. Foi divertido!


Fiquem ligados que amanhã tem mais perguntas e respostas com as autoras! Gostaram de conhecê-las um pouco mais? Eu adorei! Não deixe de ler o livro: